Gutted Souls - Unconscious Automaton

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sábado, 18 de agosto de 2012

Entrevista para a Rock Underground Magazine - Gutted Souls Death Metal




RU – Como a banda foi formada?

Capa da ùnica demo da banda Necropedophile, de 2002
A banda foi formada em 2004, quando os membros da banda Necropedophile decidiram que o som estava se desviando da proposta inicial de fazer Death Metal na veia de Cannibal Corpse, Morbid Angel e Sinister... Death Metal Tradicional. Como os músicos se tornaram mais proficientes, o som evoluiu para um Death Metal técnico, na linha de bandas como Suffocation, Cryptopsy e outras loucuras. A banda possuía pouco dinheiro então o progresso foi lento, e desta formação hoje em dia só sobrou Iron (Vocais, Vocalista da banda Anopsy, Ex-Diisgraça), e houve um retorno para um estilo músical que é hora mais Tech Death, ora Death Tradicional.
Atualmente a formação é: Iron - Vocais, Wellington Ferrari - Baixo, Leandro Alves - Guitarra e Alexandre AOCB - Bateria.

RU – Fale dos trabalhos lançados.

Atualmente estamos em fase de masterização de nosso primeiro EP, após todos estes anos de estrada intitulado, "2012 The Point of No Return". Conterá quatro faixas, será lançado até setembro de 2012 e será uma prévia do que vem por aí no CD full oficial que virá pro fim do ano.

RU – Fale da cena de sua cidade.
Brothers in Gore, O Show de Retorno da Gutted Souls, Idealizado por Thiago Splatter.

A cena do Rio de Janeiro é controversa. Há conversas sobre movimentação, há os que realmente movimentam-se e fazem muito para o underground funcionar. O problema é que existem duas escolas de pensamento. Uma que visa a profissionalização do Underground, buscando uma melhor infraestrutura, e outra que não liga tanto pra esse aspecto. Fora isso é o de sempre, boas bandas, outras com mais pompa do que habilidade de compor, panelas, gente se ajudando, e gente falando mal de bandas. Há muita gente que curte metal, mas isso nem sempre se converte em shows lotados. Mas as coisas estão mudando com as novas iniciativas e quem sabe para melhor.

RU – Fale sobre planos no futuro.

Pretendemos com os materiais lançados, sair em busca de selos e gravadoras, com o principal interesse de aumentar o número de pessoas expostas a música. Para mim, Iron, divulgar o Gutted Souls vai além de uma cruzada para poder subir num palco: esta música, as letras possuem mensagens que eu julgo importantes e que fogem do lugar comum das bandas extremas. Buscamos não só oferecer som diverso, que nos diverte, mas também letras que valem a pena ler e talvez refletir sobre. Nem que seja apenas uma pessoa a refletir sobre suas atitudes e o que sabe após ler. Será o suficiente.

RU – O final é seu!

No fim das contas o que importa para nós é fazer boa música, visto que todos nós temos backgrounds diferentes. Não queremos ser os mais extremos, nem os mais velozes. Queremos fazer música que empolgue, que seja bela e pesada quando necessário, veloz quando tem de ser, e que você não sinta vergonha de saber as letras. Agradecemos pela oportunidade de sermos uma voz, ainda que baixa, neste mundo caótico.

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